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Uma Nova Visão sobre a Unidade da Existência

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Para Além do Corpo e da Alma: Uma Nova Visão sobre a Unidade da Existência Como a filosofia portuguesa moderna resolve o antigo dilema da identidade humana 1. O Grande Paradoxo: Quem Sou Eu se Tudo Muda? Desde sempre, os filósofos enfrentam uma questão perturbadora: como é possível que eu permaneça o mesmo "eu" ao longo de décadas, se cada célula do meu corpo se renova constantemente, cada pensamento é efémero e cada emoção passa? As nossas moléculas são outras. Os nossos argumentos de hoje contradizem os de ontem. Os nossos amigos raramente nos reconhecem completamente. E, no entanto, continuamos a ser "nós" . Este é o paradoxo da identidade : como conseguimos a unidade na mudança? A filosofia tradicional, muitas vezes presa a categorias rígidas (corpo aqui, alma ali), não consegue responder plenamente a este enigma. Mas em 1980, o filósofo português Júlio Fragata ofereceu uma resposta revolucionária, dialogando com pensadores do calibre de Aristóteles e ...

Zaratustra

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Além do Abismo: 5 Lições de Zaratustra para o Século XXI O que um profeta do século XIX tem a ensinar a uma sociedade digital e exausta Aos trinta anos, Zaratustra tomou uma decisão que faria qualquer influenciador digital moderno tremer de ansiedade: abandonou o conforto do seu lar para se retirar na solidão absoluta da montanha. Durante dez anos, não procurou validação, mas sim a sua própria substância, alimentando-se de reflexão e silêncio. Depois, algo mudou. Numa manhã, erguendo-se com a aurora, ele não desce por se sentir sozinho, mas por estar demasiado cheio. Zaratustra é um criador transbordante que precisa de se esvaziar. Ele inicia o seu declínio — a sua descida ao mundo dos homens — porque o conhecimento acumulado, quando não circula, apodrece. O que é que este sábio da montanha tem a dizer sobre a nossa exaustão contemporânea ? A resposta é provocadora: a nossa busca por propósito falha porque estamos a acumular riqueza quando devíamos estar a tornarmo-nos pontes ...