Uma Nova Visão sobre a Unidade da Existência
Para Além do Corpo e da Alma: Uma Nova Visão sobre a Unidade da Existência Como a filosofia portuguesa moderna resolve o antigo dilema da identidade humana 1. O Grande Paradoxo: Quem Sou Eu se Tudo Muda? Desde sempre, os filósofos enfrentam uma questão perturbadora: como é possível que eu permaneça o mesmo "eu" ao longo de décadas, se cada célula do meu corpo se renova constantemente, cada pensamento é efémero e cada emoção passa? As nossas moléculas são outras. Os nossos argumentos de hoje contradizem os de ontem. Os nossos amigos raramente nos reconhecem completamente. E, no entanto, continuamos a ser "nós" . Este é o paradoxo da identidade : como conseguimos a unidade na mudança? A filosofia tradicional, muitas vezes presa a categorias rígidas (corpo aqui, alma ali), não consegue responder plenamente a este enigma. Mas em 1980, o filósofo português Júlio Fragata ofereceu uma resposta revolucionária, dialogando com pensadores do calibre de Aristóteles e ...